quinta-feira, 13 de março de 2014

Resenha: Divergente


Em uma Chicago futurista, a sociedade foi dividida em cinco facções:
Os que culpavam o egoísmo formaram a Abnegação.
Os que culpavam a agressão física formaram a Amizade.
Os que culpavam a covardia formaram a Audácia.
Os que culpavam a ignorância formaram a Erudição.
E os que culpavam a desonestidade formaram a Franqueza.


Nessa sociedade quando os jovens completam dezesseis anos eles têm que fazer uma escolha: continuar na facção que nasceu ou ir para outra.
Beatrice Prior, nasceu na Abnegação, mas sentindo que não pertence a essa facção muda para a Audácia. Entretanto, o resultado de seu teste de aptidão foi inconclusível, ou seja, Divergente, fazendo com que se descobrirem seu segredo, ela corre risco de morte. 
Recém chegada na Audácia ela muda seu nome para Tris. Em sua iniciação na nova facção ela aprende muito, faz amigos e até se apaixona. Ela só não sabe que uma escolha pode mudar tudo.

Divergente foi uma distopia que realmente me prendeu do início ao fim. A história é ótima e a autora conseguiu fazer com que o livro mesmo sendo principalmente sobre o começo, sobre as novas coisas e sua iniciação, não ficasse monótono, ela preencheu cada vazio com um desafio e assim o livro se sobressaiu impressionantemente.

Até mais. Beijos!

2 comentários: